A curva mostra a produção mundial de energia por ano,  per capita, medida em barris equivalentes de petróleo, a partir de 1920.

 

O nivel de 3,32 barris per capita, alcançado em 1930, pode ser usado para identificar o começo de um período de excepcional riqueza energética que, de acordo com esse duro prognóstico, vai encontrar seu fim por volta de 2030, quando a energia per capita retornar ao nivel que foi ultrapassado em 1930...mas com a população quadruplicada.

 

 

É nesse último fato que mora o perigo, porque nas concentrações populacionais dos paises mais pobres, fortemente urbanizadas, habituadas ao gás, à energia elétrica, e às demais benesses da civilização industrial – mas sem animais suficientes e com pouca madeira para queimar – mesmo situações próximas das prevalecentes na Idade Média poderão ser difíceis de sustentar.

 

 

Duncan coloca o final do “plateu” de energia per  capita por volta de 2008, após o que começa um período de dificuldades crescentes caracterizado pela alta constante de preços, principalmente alimentos, generalização de “black-outs”, colapso do sistema financeiro e do comercio internacional.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

       

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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